Vice-presidência na vela africana coloca país em posição privilegiada
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TEXTO DE SALVADOR NHANTUMBO
Moçambique goza de uma posição privilegiada na vela africana após a recente eleição de Hélio da Rosa ao cargo de vice-presidente da Confederação Continental da modalidade (ASCON) na assembleia- -geral da instituição, realizada em Marrocos.
Hélio da Rosa, que presidiu a Federação Moçambicana da Vela e Canoagem (FMVC) de 2017 a 2024, fala de vantagens que vão desde a participação na tomada de decisões e influências que podem beneficiar o país. Um deles é a organização de competições internacionais, privilégio de que, felizmente, Moçambique já vem gozando há anos, além de outros eventos desportivos sob égide da ASCON e World Sailing – Federação Internacional da Vela na sigla inglesa.
Sobre a sua eleição, Hélio da Rosa contou que foi convidado pelo actual presidente da ASCON,Mohamed Azzoug, com quem já trabalhou em eventos internacionais, para fazer parte da sua equipa, depois de se ter apercebido de que reunia algumas qualidades. “Apercebeu-se que possuía algumas qualidades, convidou- -me e aceitei porque sempre adorei trabalhar no que mais gosto.
O facto de maior parte dos países africanos já me conhecerem como presidente da FMVC contribuiu para a minha eleição, sobretudo porque o nível da vela em Moçambique cresceu desde os Jogos Africanos Maputo-2011. E por esse trabalho, que não foi apenas meu, mas também de toda federação, elogiaram-me bastante”, enfatizou.
MUDANÇAS DO PARADIGMA NA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
Um novo paradigma na organização de eventos internacionais, com destaque para competições africanas, foi estabelecido pela nova direcção da ASCON. O continente quer passar a realizar e a fazer gestão directa de competições que aconteçam em África. Leia mais…




