POLÍTICA

Jornalistas têm de contribuir na pacificação do país

  • Tomás Jane, professor universitário, em entrevista ao jornal domingo

Foi o primeiro cidadão moçambicano com formação superior em Jornalismo, em 1986. Dez anos depois se tornou director da Escola de Jornalismo (EJ). Antes, em 1994, elaborou o projecto que culminou com a revisão do currículo desta instituição, que passou a leccionar, além do Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Marketing.

Em 1997, Tomás Jane forjou um outro projecto, mas desta vez para cursos superiores. Sonhava com um país de muito mais profissionais da comunicação com formação universitária. Volvidos 12 anos, em 2009, precisamente, a iniciativa saiu do papel, ganhou forma e transmutou-se na Escola Superior de Jornalismo (ESJ), que Tomás Jane teve, igualmente, a missão de assumir a direcção até ao final do ano passado. É, portanto, uma autoridade na formação de profissionais de Ciências de Comunicação no país.

Afável, Jane abre as portas do seu gabinete, na cidade de Maputo, para uma conversa sobre vários assuntos, incluindo o jornalismo, cujos profissionais acredita terem cota parte na pacificação do país. Leia mais…

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