Zecks: uma vida ao serviço do andebol
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TEXTO DE ALICE BAHULE
E m 1981, aos 18 anos, na quadra da Escola Secundária da Malhangalene, um jovem vindo de Chipenhe, na província de Gaza, tocou pela primeira vez numa bola de andebol sem imaginar que aquele gesto simples daria início a uma história de mais de quatro décadas.
Hoje treinador, formador e referência moral da modalidade, Zecks Nhalungo é um dos rostos de uma geração que ajudou a construir o andebol moçambicano com paixão, sacrifício e entrega total, num tempo em que quase tudo se fazia por amor ao desporto.
A ligação de Zecks com o andebol nasceu do acaso, mas rapidamente transformou-se em compromisso. Quando ainda era estudante, habituado ao futebol, o professor de Educação Física decidiu dividir os alunos por modalidades para a realização de jogos entre turmas.
O andebol era desconhecido, estranho e exigente. “Era tudo novo para nós”, recorda. As regras confundiam, os movimentos eram descoordenados e o ritmo parecia intenso demais para quem nunca tinha experimentado aquela modalidade. Leia mais…












