Reabilitação da EN1 decorre em fases
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Miguel Coanai, director-geral-adjunto da ANE, em entrevista ao domingo, faz o ponto de situação sobre a rede viária ao longo do país
Considerada “espinha dorsal”, a Estrada Nacional Número 1 (EN1) representa um desafio no que tange à mobilidade. A Administração Nacional de Estradas (ANE) defende ser contínua a manutenção do eixo principal, com mais de dois mil quilómetros. O director-geral-adjunto, Miguel Coanai, diz que trabalhos são realizados de acordo com o cabimento orçamental. Garante que, se as limitações financeiras não constituíssem entrave, as intervenções seriam feitas em toda extensão.
Em entrevista ao domingo, esclarece que, além da principal estrada, também são intervencionadas outras vias composta por uma rede que ascende 30 mil quilómetros. Faz alusão à possibilidade de vir a ser concessionado o troço Marracuene-Xai-Xai, bem como a possibilidade do alargamento da secção entre George Dimitrov e Zimpeto. Em seguida, apresentamos a entrevista na íntegra.
Miguel Coanai
Qual é a extensão da rede de estradas gerida pela ANE?
Cerca de 30 mil quilómetros, a que é classificada. Dos 30 mil, 28 por cento estão pavimentados. Cerca de 72 por cento não é revestido, representando maior desafio para a sustentabilidade. Com efeito, sempre que chove, temos interrupções ou registamos condicionamento nas vias. Também prestamos apoio à rede dos distritos e municípios.
Quais as estradas a serem intervencionadas?
Estamos a reabilitar as estradas nacionais número 1 e 10, na província da Zambézia, de Quelimane a Namacurra, passando por Nicoadala, que pensamos concluir este ano. Leia mais…












