EM DOHA: Primeira-ministra partilha estratégias de combate à pobreza
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Carol Banze, em Doha
Na Segunda Cimeira Mundial para o Desenvolvimento Social, que decorre desde ontem até amanhã, dia 6 de Novembro, em Doha, no Qatar, a Primeira-ministra, Maria Benvinda Levi, representando a nação moçambicana, destacou, em sessão plenária, que desde a Cimeira de Copenhaga, em 1995, o país tem registado avanços no que toca ao desenvolvimento socioeconómico, contudo num estágio considerado não satisfatório, pelo facto de muitos moçambicanos viverem ainda no limiar da pobreza extrema.
Partilhou algumas estratégias traçadas para reverter o quadro negativo, apontando a implementação de medidas e acções transversais constantes dos instrumentos programáticos de longo, médio e curto prazo (ENDE 2025-2044, PQG 2025-2029 e PESOE 2025), com o objectivo de assegurar a melhoria de vida da população, acções que são acompanhadas pela priorização da manutenção da paz, estabilidade, equidade, justiça e diversificação da economia.
A PM citou ainda o impulso aos sectores de elevado potencial para geração de mais postos de trabalho e renda para os moçambicanos, sem descurar a educação, saúde, protecção social, abastecimento de água e saneamento, de olhos postos na transformação socioeconómica de Moçambique, e afirmou que a Segunda Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social é uma excelente oportunidade para “renovar a nossa determinação de acelerar as acções para a erradicação da pobreza, a promoção do pleno emprego e do trabalho decente, assim como a inclusão social”, e também para reforçar os apelos para que todas as nações continuem focadas na construção de sociedades justas, “para garantir que ninguém fique para trás”.












