POLÍTICA

Chapo quer Moçambique livre de raptos

O Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), Daniel Chapo, afirmou que pretende ver Moçambique livre de raptos, do tráfico de drogas, de órgãos e seres humanos, do branqueamento de capitais e outros crimes conexos, que dificultam o crescimento sócio-económico do país.

O Chefe do Estado moçambicano que falava esta manhã, em Maputo, por ocasião da tomada de posse do Chefe do Estado Maior da Casa Militar e promoção de Oficiais da Polícia da República de Moçambique (PRM) e do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), destacou que por isso, o Governo fez de tudo para que Moçambique saísse da Lista Cinzenta.

Instou o empossado e os patenteados a trabalharem no sentido de acabar com o terrorismo em alguns distritos de Cabo Delgado, combater a corrupção dentro e fora das instituições que vão dirigir.

“Recomendo-vos a participarem activamente em acções complexas no quadro dos processos de gestão interna e da garantia da ordem, segurança e tranquilidade públicas para o nosso povo moçambicano”.

O Presidente da República recomendou aos oficiais do SERNAP a trabalharem no sentido de dinamizar a produção agro-pecuária, para contribuir na auto-suficiência do sector e melhoria da dieta alimentar do cidadão privado da liberdade, a redução dos encargos orçamentais do Estado, bem ainda, como parte do processo de recuperação social dos reclusos, evitando a ociosidade no meio da população reclusória.

Defendeu que no quadro da efectiva e crescente aplicação das penas alternativas à prisão, os oficiais são chamados a aprimorar o relacionamento do SERNAP com os órgãos judiciais, mormente: os tribunais de execução das penas e as procuradorias, tendo em vista o alívio da sobrelotação nos estabelecimentos penitenciários.

Com efeito, foi empossado, Calane Assane, para Chefe do Estado-Maior da Casa Militar, patenteados os Oficiais Comissários da PRM, Rosário Miquitaio e Valentim Chiconela, assim como os Primeiros Adjuntos Comissários da Guarda Penitenciária, Jaime Murezai e Yazalde de Sousa.

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