Alunos refugiados incluídos nos exames finais
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aponta o porta-voz do Ministério da Educação e Cultura, Silvestre Dava
Alunos que frequentavam classes com exames e foram obrigados a deslocar-se com as famílias das suas zonas de origem, por causa do conflito armado no norte do país, não terão o seu ano lectivo prejudicado. De acordo com o porta-voz do Ministério da Educação e Cultura (MEC), Silvestre Dava, poderão realizar os exames finais que estão a decorrer desde quinta-feira, em todo o país, nas escolas que se encontram próximas dos locais ou centros de acolhimento de refugiados.
Segundo esclareceu Silvestre Dava, para o caso dos alunos deslocados do distrito de Memba, em Nampula, as direcções provinciais e distritais já estão a apurar e a monitorar os alunos deslocados no terreno, com vista a permitir o seu melhor acompanhamento. Dava acrescentou que ainda que estes alunos não possuam documentos, não serão impedidos de realizar os exames. Contudo, acautelou que depois que situação estiver controlada, este processo será regularizado.
Quanto ao alarido criado por quatro professores no distrito de Pebane, província da Zambézia, que ameaçaram não se fazer presente nas salas de controlo dos exames, caso o Governo não pagasse as horas extras, o porta-voz do MEC avançou que esta situação foi acautelada. O governo distrital reuniu com os respectivos docentes e chegaram a um consenso. Eles farão parte dos exames, adiantou.
EXAMES DECORREM SEM SOBRESSALTOS
Entretanto, referiu que os exames finais que se realizam até 12 de Dezembro estão a decorrer, até o momento, sem sobressaltos. Leia mais…











