POLÍTICA

A nobreza dos 61 e o chamamento ao patriotismo

TEXTO DE CAROL BANZE E DOMINGOS NHAULE

Rostos ligeiramente debruçados para trás acompanham a versatilidade de Gazelle que sobrevoa os céus e exibe a sua manobrabilidade, numa missão operacional. A sua velocidade pode atingir os 310 quilómetros horários e tem de autonomia 670 quilómetros.

Imponente, a aeronave realiza ataques de pequeno porte e patrulhamento de fronteiras em zonas sensíveis ou críticas. Está preparada para vigilância aérea de reconhecimento, bem como de evacuação de pessoal.

São os heróis de Setembro, um sintagma que atravessa diferentes fases da história do país, que exibem a sua força, reafirmando o compromisso da geração de 64.

No solo térreo, a maquinaria pesada complementa o espectáculo e expõe o poder das flechas de artilharia, que permitem aniquilar alvos à longa distância, além de criar barreiras de fogo e proteger as tropas amigas em qualquer teatro de operações.

E a conjuntura actual exige força, determinação, comprometimento, patriotismo. Acção! Os apelos vêm de todos os lados,mas é pela voz do Comandante-Chefe que ecoam e deixam patente a urgência de mudar o rumo das coisas. A ordem é garantir a supremacia no campo de batalha, um desiderato que exige mais do que palavras: “É preciso envolver os melhores!”, ou seja, todos quantos se propuseram a doar o corpo e a alma em prol da nação moçambicana.

Na conjuntura actual, em que se enfrenta o terrorismo no Teatro Operacional do Norte (TON) em Cabo Delgado, estratégias de combate precisam-se. Leia mais…

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