SMS, Vieira e Mourinho. O que disseram Rui Costa e Noronha sobre Benfica
“Lamento o que aconteceu nas redes sociais… O que tenho assistido nas redes sociais é lamentável. Aceito as coisas à minha pessoa. Agora, quando metem família, quando metem os meus filhos. Não estou a falar dos comentários a capacidade de gestão. Estou a falar das ofensas, do fomentar do ódio num clube. Não estamos em partidos, não pode ser visto nem exercido como uma campanha política. Se temos a vaidade justa de nos considerarmos os maiores do mundo, só somos grandes se conseguirmos estar juntos. É normal que haja quem esteja de um lado e esteja do outro. Fomentar o ódio é uma coisa que eu abomino…”, começou por dizer Rui Costa.
“Partilho a condenação e repulsa pelas campanhas que se fazem na internet e que envolvem os candidatos e a família. Também tenho passado e sei o sofrimento que isso causa. Nestas eleições, já fui acusado de tudo, fui acusado de ser o novo Vale e Azevedo, de não pagar impostos, de não ter rendimentos, ao ponto de fazer uma coisa que nunca pensei: mostrar a minha declaração de rendimentos. Fi-lo porque quem não se sente não é filho de boa gente, tinha de defender a minha honra e reputação profissional. Uma coisa são as campanhas na internet, outra coisa são ataques pessoais que se fazem. Só não compreendo que tenha havido um vice-presidente seu que me criticou de alto a baixo [Fernando Tavares]. Se um meu fizesse a mesma coisa, tinha-o posto na ordem. Não são campanhas anónimas. A determinada altura, fizeram um ataque pessoal aos meus apoiantes dizendo que festejavam as derrotas do Benfica. Rui, acha que Bagão Félix festeja as derrotas do Benfica? Uma coisa são ataques anónimos e gratuitos, outra coisa são os ataques que partem das outras candidaturas”, acrescentou João Noronha Lopes de seguida.












