Farioli radiante com vitória frente ao Braga: "Uma prova de maturidade"
Jogo mais difícil da época? “Sentimo-nos bem. Jogámos contra uma equipa que é muito bem orientada, que joga bom futebol e é muito agressiva. Disse que ia ser um jogo muito aberto e acho que tivemos as melhores oportunidades. Se calhar podíamos ter feito mais numa altura mais precoce do jogo, mas acho que a atitude foi fantástica. Contribuição ótima de todos os jogadores, mesmo dos que entraram. É um resultado muito importante e vamos em frente.”
Exemplo do que os jogadores devem fazer quando saltam do banco? “Acho que já houve várias situações que nos mostraram a importância dos jogadores que acabam o jogo. Hoje foi mais um desses exemplo.”
Sporting de Braga não deixou o FC Porto ter bola: “Ao intervalo, o jogo estava muito bom. Preparámos tudo aquilo. Talvez tenhamos sofrido um bocadinho mais no início da 2.ª parte, porque o Sp. Braga colocava muitos jogadores no lado da bola. Não concedemos oportunidades fora lances de bola parada e um remate de fora da área. Acho que estivemos muito bem. Controlámos mais sem bola em certos momentos do que fazemos em alguns jogos, mas o futebol é isto. Jogamos contra muitas equipas e temos de ser capazes de ajustar quando o adversário obriga a isso. Foi uma prova de maturidade e um resultado muito bom contra uma equipa muito boa.”
Entrada de Pablo Rosario para a saída de William Gomes: “Precisávamos de força no meio-campo. O Sporting de Braga é uma das equipas mais intensas do campeonato, vocês viram a mobilidade dos jogadores que jogavam por dentro. E era necessário ter um jogador como o Pablo, que sinto que foi uma das chaves do jogo para voltarmos a ter algum controlo. E depois, claro, voltámos a ter criatividade com o Gabri. A assistência é dele para o golo do Borja, que finaliza muito bem.”
Ganhar um jogo desta maneira pode dar algo mais à equipa? “Sim, até por ser o adversário que é e por todas as circunstâncias que nos rodeiam.”
Irritação durante o jogo: “Sim… Se quisermos aprender, há sempre uma oportunidade. Já disse que tínhamos de treinar a jogar contra 10 homens, agora temos de treinar quando o campo é mais pequeno e quando, sempre que fazemos faltas, levamos cartões amarelos…”.
Já jogou contra Sporting, Benfica, Sporting de Braga e Gil Vicente e tem 28 pontos. É bom? “É bom ter 28 pontos, claro. Mas agora precisamos de colocar a nossa cabeça no jogo com o Utrecht. Depois, Famalicão. Acho que, a par do Sp. Braga e Gil Vicente, são as equipas que estão no seu melhor momento. Bons resultados, equipas competitivas, o Famalicão é muito bom em bolas paradas. Vai ser um percurso longo. Depois da pausa para as seleções vamos ter tempo para pensar nisso, mas temos de ir jogo a jogo e não podemos pensar nisso agora.”
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