INTERNACIONAL

Bolsas europeias em baixa pendentes do PMI da zona euro


Cerca das 09h05 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 1,13% para 569,81 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt cediam 0,01%, 0,03% e 0,47%, respetivamente, bem como a de Madrid, que se desvalorizava 0,47%.
A exceção era Milão, que subia 0,11%.
A bolsa de Lisboa invertia a tendência da abertura com o principal índice, o PSI, a subir 0,50% para 8.467,69 pontos, um novo máximo desde janeiro de 2010.
Os investidores também estão pendentes, além do PMI (Purchasing Managers Index) da zona euro, do mesmo indicador de França, Alemanha, Espanha e Reino Unido, e com os EUA no ponto de mira devido à pesquisa privada ADP sobre mudança de emprego e à legalidade das tarifas.
A nível comercial, hoje o Supremo Tribunal dos EUA pronunciar-se-á sobre a legalidade das tarifas de Donald Trump.
Embora possa ilegalizar as tarifas, os analistas consideram que o tribunal poderá optar por uma substituição por outras tarifas.
A nível macro, na China foram divulgados os dados do PMI de outubro, elaborados pela RatingDog (antiga Caixin), que mostram fraqueza, embora não tão intensa como no setor da indústria transformadora, segundo analistas da Renta4 citados pela Efe.
Na Ásia, o principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, caiu hoje 2,5%, depois de os investidores terem optado por realizar lucros depois de os máximos recentes, no meio da preocupação com uma bolha na indústria de inteligência artificial (IA), o índice de referência da bolsa de Xangai ganhou 0,23% e o da de Shenzhen somou 0,37%. O Hang Seng de Hong Kong caiu 0,30%.
Os futuros de Wall Street, depois de terem fechado a ‘vermelho’, registam neste momento uma queda ligeira para o Nasdaq e uma subida de 0,21% para o Dow Jones.
O Dow Jones terminou na terça-feira a descer 0,53% para 47.085,24 pontos, contra 47.706,37 pontos em 28 de outubro, um novo máximo desde que foi criado em 1896.
O Nasdaq, índice de cotadas de alta tecnologia, fechou a recuar 2,04% para 23.348,64 pontos, contra o novo máximo de sempre, de 23.958,47 pontos, verificado em 29 de outubro.
O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a subir com a onça a ser negociada a 3.979,94 dólares, contra 3.955,17 dólares na terça-feira e o novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares, verificado em 20 de outubro.
Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em janeiro de 2026, está a recuar para 64,36 dólares, contra 64,44 dólares na terça-feira.
No domingo, os ministros de oito países da aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e Rússia, decidiram aumentar a oferta de petróleo a partir de dezembro.
No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha caíam para 2,639%, contra 2,653% na terça-feira, bem como os de França, para 3,428%, contra 3,437% na terça-feira e o máximo de 3,600% em 25 de setembro.
O euro avançava, mas para 1,1492 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1484 dólares na terça-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro.
Leia Também: Bolsas europeias mistas pendentes da tensão comercial entre EUA e China

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