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Atenção à chegada do inverno: Nove sintomas da menopausa que podem piorar


Sabia que alguns sintomas da menopausa ou perimenopausa (período de transição que antecede a menopausa, e no qual algumas pessoas apresentam sintomas) podem piorar nos meses mais frios?

Há mais de 50 sintomas associados a esta fase da vida das mulheres, quando se verifica o fim das menstruações espontâneas e se assinala o fim da fertilidade.
E à medida que o outono se aproxima do inverno, com os meses mais frios, esses sintomas podem agravar-se, como indicam alguns especialistas. 
Josephine Smith, do Supplement Hub, explicou que “os meses mais frios e escuros podem intensificar os sintomas da menopausa devido às flutuações hormonais, à redução da luz solar e ao stress sazonal”. “Como o corpo produz naturalmente menos serotonina e vitamina D no outono e no inverno, certos sintomas podem ser muito piores”, acrescentou, citada pelo HuffPost. 
“As variações de temperatura entre o ar frio externo e o aquecimento interno também podem desencadear ondas de calor e dores de cabeça, enquanto o aquecimento central à noite pode tornar as ondas de calor ainda mais desconfortáveis. Além disso, o stress sazonal e as mudanças de rotina podem aumentar os níveis de cortisol, desequilibrando ainda mais o equilíbrio hormonal.”
Assim sendo, Josephine Smith fez uma lista de quais os sintomas da menopausa que podem ficar pior no inverno:

Mau humor;
Perturbação do sono
Dor nas articulações;
Comichão;
Afrontamentos;
Dores de cabeça;
Ansiedade;
‘Névoa cerebral’;
Palpitações cardíacas.

“Estas mudanças sazonais podem criar uma tempestade perfeita para as mulheres que estão a passar pela menopausa.”
O que fazer para ajudar nestas alturas?
Há métodos que podem ajudar a sentir-se melhor nestas alturas, tais como a terapia hormonal sistémica (THS). De acordo com o site da CUF, há dois tipos de de THS: 

Terapia hormonal sistémica: administrada através de comprimidos por via oral, via transdérmica, subcutânea ou sprays;
Via local ou vaginal: comprimidos vaginais, anéis ou cremes vaginais contêm doses reduzidas de hormonas e destinam-se ao tratamento dos sintomas vaginais e urinários (como a frequente urgência em urinar).”

Também há coisas que pode fazer em casa para ajudar a aliviar os sintomas, como indica Josephine Smith. Exercícios, por exemplo, “melhoram a densidade óssea e a mobilidade das articulações, que podem diminuir devido à queda dos níveis de estrogénio”. Ioga, pilates e exercícios para fortalecer – e que podem ser feitos em ambientes fechados – são outras opções. 
Mas não fica por aqui. Hidratar a pele pode ser benéfico, especialmente no que diz respeito à comichão. 
E no que diz respeito aos afrontamentos? “Para ficar mais confortável e reduzir a gravidade dos afrontamentos, tente vestir-se com camadas respiráveis, manter os ambientes bem ventilados e evitar gatilhos comuns na sua dieta sempre que possível”. 
“Tire algum tempo para atividades que beneficiam a saúde mental, como escrever um diário, meditar, fazer exercícios, viajar sozinho ou contactar amigos e familiares – faça o que for preciso para preencher a mente – para melhorar o humor e reduzir a ansiedade.”
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