"A minha satisfação é representar, a minha profissão não é instagrammer"
Liliana Santos foi uma das famosas que conversou com o Notícias ao Minuto na celebração da abertura da Sephora na Rua Augusta, a primeira loja de rua da marca em Lisboa, no passado dia 16 de setembro. A entrevista começou precisamente pela rotina de beleza, com a atriz a destacar os produtos que não podem faltar.
“É sempre tónico, hidratante de olhos, de rosto e, claro, depois acabo sempre com uma leve maquilhagem, não muito intensa. Só com um anti-cell, um blush, rímel e eyeliner.”
E há rotinas que nunca dispensa como retirar sempre a maquilhagem. “Isso é absolutamente essencial. Tal como de manhã é tão importante utilizar aquele procedimento todo que acabei de dizer, à noite também o faço, sempre. Desmaquilho-me, tónico e depois os cremes da noite.”
“Faço isso desde sempre. Comecei a utilizar um creme hidratante que foi comprado aqui na Rua Augusta quando tinha 15 anos. Foi o meu primeiro creme hidratante. Desde essa altura que tenho sempre esse cuidado com a pele, e continuo a manter”, revelou.
Desde pequenina que Liliana Santos gosta de maquilhagem, tendo também passado por uma fase típica de criança que é quando se ‘rouba’ a maquilhagem dos pais. “Sim, roubava. Não fazia nada de jeito, mas roubava e pintava as bonecas e outras coisas, não propriamente a mim.”
No que diz respeito a projetos, a atriz está atualmente em cena com a peça de teatro ‘Jantar de Idiotas’. “Depois de termos estado quatro meses no Centro Cultural Malaposta, estamos a fazer digressão pelo país”, referiu.
Estando atualmente mais presente no teatro, Liliana Santos explicou que esta foi uma oportunidade que surgiu. “Tento aproveitar neste momento, para além do Instagram, que agora também acaba por manter as nossas vidas de certa forma ocupadas. A minha satisfação e o meu prazer é representar, e a minha profissão é representar não é ser instagrammer. É claro que quero continuar a fazer e por isso aceitei este desafio também para o teatro”, acrescentou.
Para a atriz “todos os projetos são um desafio”. Mas no teatro há a questão de ser “em direto” e há a “a reação absoluta logo e direta do público”. “Isso torna o desafio diferente, não é que os outros também não sejam. São todos desafios, só que são diferentes”, rematou.
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