Combater a corrupção “não é acto, é um processo”
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- afirma o Chefe do Estado, Daniel Chapo
Durante o enceramento, ontem, da Conferência Nacional sobre o Combate à Corrupção, o Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou que o encontro deve marcar o início de uma nova etapa, em que a integridade, a transparência e a responsabilidade sejam práticas diárias no funcionamento do Estado e na vida pública, transformando o combate à corrupção numa missãocolectiva e permanente.
Na ocasião, observou que o combate à corrupção “não é um acto, é um processo. Não é uma bandeira, é um modo de governar”, ao mesmo tempo que destacou medidas já em curso, incluindo a suspensão da compra de aviões pela companhia aérea de bandeira,Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), explicando que “estamos a mudar o pasto dos cabritos, para que o pasto seja pura e simplesmente o seu salário, e não o erário público, que resulta do suor do povo moçambicano.”
Referiu ainda que esta decisão simboliza a prioridade do Governo em proteger os recursos públicos e reforçar a ética na gestão do Estado.
O governante anunciou reformas substanciais na contratação pública e no controlo financeiro, frisando que “cada contratação bem conduzida é uma porta que se fecha à corrupção; cada concurso auditado é um compromisso renovado com a justiça; e cada mecanismo de controlo reforçado é uma prova de que o Estado não se contenta em reagir, queremos prevenir”.












