ECONOMIA

Exige-se maior articulação para inclusão financeira

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A Secretária Permanente do Ministério das Finanças, Albertina Fruquia, destacou a necessidade de maior articulação entre as instituições públicas, o sector financeiro e a sociedade civil para a construção de soluções que respondam às necessidades concretas dos cidadãos, particularmente no que diz respeito ao acesso e uso de produtos e serviços financeiros.

Intervindo esta manhã, em Maputo, num workshop entre reguladores bancários e as organizações da sociedade civil, Albertina Fruquia defendeu uma abordagem baseada na parceria, no diálogo e na responsabilidade partilhada entre o Governo e a sociedade civil.

Segundo a Secretária Permanente, compete ao Governo formular políticas públicas, estabelecer regras e criar condições para o desenvolvimento económico e social, enquanto os diferentes actores da sociedade devem contribuir para a implementação e acompanhamento dessas políticas.

Para o efeito, a inclusão financeira foi apontada como um dos elementos fundamentais para reduzir desigualdades e promover o desenvolvimento do país.

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