CULTURA

EVARISTO ABREU: O homem que viveu para o teatro

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Subiu em grandes palcos. Representou e actuou em diversas peças de teatro com conteúdos de carácter social, calamidades naturais, género e violência contra mulheres e crianças, entre vários. Também usou da sua caneta para escrever diversas peças teatrais. Evaristo Gilberto de Abreu emprestou o rosto e, em frente às câmeras, provou que um actor de teatro pode ser um bom actor de cinema. Conciliou a vida artística com os estudos, para depois se dedicar à formação de pessoas.

Com efeito, foi-se um nome fundamental para o teatro em Moçambique que, cumprindo com o relógio da vida, partiu para outras “vivências”, no dia 23 do mês corrente.

Recuando no tempo, encontramos um menino cujo primeiro contacto com o teatro foi na Escola Primária do Alto-Maé, na então Paiva Manso, há muitas e muitas décadas, onde participou num programa recreativo que o marcou.

Sempre gostou de aprender e na década de 80 teve instrução de teatro num grupo denominado Tejoco. Depois, participou num concurso para recrutamento de actores de teatro, onde foi aprovado para o grupo “Txova Xita Duma”. Daí, nunca mais parou.

Entrou para o Mutumbela Gogo em 1986 e, no mesmo ano, participou na peça “Qual é a Coisa Qual é Ela”. Fez dezenas de peças teatrais e também emprestou seu rosto ao cinema. E, porque defendia que um actor deve aprender continuamente, investiu sempre em leituras sobre a área na qual estava inserido e não só. Leia mais…

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