DIÁLOGO NACIONAL INCLUSIVO: Diáspora dá primazia à reconciliação nacional
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A diáspora considera que dos três cenários, designadamente da reforma profunda, reforma moderada e a continuidade com ajustes, do processo da construção e consolidação do Estado moçambicano, “o mais importante é dar primazia à reconciliação nacional”.
A constatação é do presidente da Comissão Técnica do Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), Edson Macuácua, que na última quinta-feira estava em Portugal no âmbito de uma sessão de audição pública, em Lisboa, onde estiveram presentes representantes da sociedade civil, partidos políticos e estudantes.
Segundo a fonte, na audição foram apresentados os três cenários, em que os participantes apresentaram livremente as suas opiniões e propostas em torno dos mesmos, tendo sublinhado a necessidade de se dar primazia ao processo da reconciliação nacional.
“Nas suas intervenções, os membros da comunidade moçambicana saudaram o Presidente da República, Daniel Chapo, pelo sucesso do Diálogo Nacional Inclusivo, que se afirmou como uma plataforma de participação activa e de exercício da cidadania em prol da paz, estabilidade, reconciliação e desenvolvimento”, explica.
Sublinha que um dos momentos simbólicos da reunião foi o abraço de reconciliação entre os representantes dos partidos FRELIMO, RENAMO e ANAMOLA, um gesto que foi da iniciativa do membro do partido no poder e que foi bastante aplaudido.
Na ocasião, Macuácua saudou o abraço da reconciliação e afirmou que a única alternativa ao diálogo é o próprio diálogo, que visa colocar a sociedade moçambicana unida rumo ao desafio do momento, mormente, ao alcance da independência económica. Leia mais…




