25 DE SETEMBRO/DIA DAS FADM: Combatentes exaltam sacrifícios consentidos
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Sessenta e dois anos depois do início da luta de libertação nacional, os combatentes recordam os acontecimentos que marcaram aquele período e reafirmam o orgulho de terem participado no processo que conduziu Moçambique à independência. Francisco Cabo e Eduardo Nihia partilharam as suas experiências e destacaram, entre outros aspectos, a organização dos moçambicanos e o papel desempenhado pelas populações na conquista da liberdade.
Francisco Cabo, veterano da luta de libertação nacional, destacou o sentimento de orgulho por ter participado na epopeia da libertação dos moçambicanos do jugo colonial português. “A luta pela liberdade não foi um acontecimento espontâneo. Foi um processo…”, afirmou.
A nossa fonte fez referência a diferentes episódios, com destaque para o massacre de Xinavane e a repressão do trabalhadores e estivadores nos portos da antiga Lourenço Marques, Beira e Nacala. Leia mais…




